Golpe comunista

fevereiro 10, 2010 por ultradireita

Remember Pol Pot

janeiro 22, 2010 por ultradireita

A guerra semântica, no século que passou, foi sem dúvida alguma ganha pelas esquerdas. Quando Hitler mata, temos um genocídio. Quando os assassinos se chamam Stalin, Mao ou Pol Pot, ninguém pensa em genocídio. Tampouco a imprensa fala em genocídio ao referir-se aos cem milhões de mortos do comunismo. Intelectuais mais ousados, entre eles os atuais líderes petistas, até já admitem que houve… um desvio. Ora, não vamos levar ninguém a tribunais por meros desvios.

Neste início de milênio, algo parece estar mudando. O Ocidente se regozija por ter submetido ao julgamento do Tribunal Penal Internacional, instituído em Haia por resolução do Conselho de Segurança das Nações Unidas, um homem de Estado, o primeiro depois de Nurenberg. No caso, o líder sérvio Slobodan Milosevic. Há neste fato um detalhe escanteado pela mídia. Ninguém mais parece lembrar que Milosevic era líder do Partido Comunista iugoslavo. O romeno Ceaucescu foi fuzilado, em uma queima de arquivo sumária. O campeão de tiro na nuca da ex-Alemanha Oriental, Honecker, morreu em liberdade no mesmo Chile que pede a cabeça de Pinochet. Sobrou para o iugoslavo. Foi preciso morrer cem milhões de gentes e um império afundar, para que um chefe de Estado comunista fosse julgado. É pouco, mas já é algo.

Um outro assassino – e dos mais entusiastas – quase chegou às barras de um tribunal, o cambojano Pol Pot. Em 97, um tribunal constituído por cúmplices seus do Khmer Vermelho o teria condenado à prisão perpétua. Falo no condicional, pois ao morrer, em circunstâncias suspeitas em abril de 98, o ditador vivia livre como um passarinho. Do julgamento pra valer, a morte o poupou.

Norodom Sihanouk costumava afirmar que se tivesse de mandar os estudantes cambojanos estudar no Exterior, os mandaria para Moscou. Jamais para Paris, de onde voltavam marxistas. Sabia muito bem do que falava. Pol Pot, que em cinco anos de ditadura conseguiu matar um quarto dos cambojanos, tivera sua formação humanística no Quartier Latin.

Abril de 75, Porto Alegre, Rua da Praia. Excitado, um advogado me aborda:

- Viste aqueles jovens? Todos de preto, lenço vermelho no pescoço, hieráticos, olhar frio e altivo?

Os jovens hieráticos que encantavam o advogado eram os khmers vermelhos que entravam em Pnom Penh e faziam a primeira página de todos os jornais. A capital foi esvaziada à força e os trabalhadores urbanos foram enviados para o campo, para trabalhar em grandes projetos agrícolas. Pol Pot queria criar uma economia sem dinheiro, coletivizada e isolada do resto do mundo. As vítimas, de um modo geral, eram espancadas até a morte ou sufocadas com sacos plásticos, para poupar balas.

Trinta anos e dois milhões de mortos depois, pergunte a um universitário qualquer se ele algum dia ouviu falar em Pol Pot. Terá ouvido falar em sexpol, em pot pourri. Mas Pol Pot, assim junto, jamais. Se perguntarmos por Franco ou Pinochet, este jovem sabe na ponta da língua de quem se trata. É que Pol Pot era um dos tantos milenaristas adorados pelas esquerdas, e a imprensa é cheia de dedos quando tem de falar de tiranos de esquerda. Melhor esquecer.

(Faço uma pausa e passo numa cantina de Higienópolis. Encontro um companheiro de charlas, médico, 43 anos, leitor compulsivo. Em 75, quando os khmer entraram em Pnom Penh, tinha 17 anos. Testo minha tese. Pergunto-lhe se já ouviu falar de Pol Pot. Jamais ouvira falar).

Mas não são poucos os que lembram a frase lapidar do general espanhol Millán Astray, proferida no dia 12 de outubro de 1936, na Universidade de Salamanca, e dirigida ao reitor, um Miguel de Unamuno apoplético. “Muera la inteligencia!” – disse o general, que as esquerdas sempre definiram como franquista. Ocorre que Astray insultava Unamuno, que naquela cerimônia do Día de la Raza, representava oficialmente … Francisco Franco. No hagiológio das esquerdas, até hoje o reitor passa por antifranquista.

Morte à inteligência, este foi o programa do Khmer Vermelho. Como os revolucionários soviéticos de primeira hora, que queriam inaugurar um calendário novo, Pol Pot pretendia partir do Ano Zero. Tentou eliminar toda cultura passada e toda lembrança do passado. A universidade e o ensino foram destruídos. Quem quer que demonstrasse um mínimo de conhecimentos era enviado aos chamados campos de morte e sumariamente eliminado. Usar óculos constituía atestado de óbito. Se usa óculos, quer ler. Se quer ler, quer conhecer. Se quer conhecer, deve morrer.

O grito irracional do general espanhol, proferido há quase sete décadas, ainda reboa na mídia contemporânea. Mas Astray nem de longe matou tanto quanto o cambojano. Pol Pot, morto apenas há três anos, já foi banido da memória contemporânea. Houve um hiato na comunicação. O leitor jovem que lê estas linhas pode estar ouvindo falar de Pol Pot pela primeira vez. Se já o conhece, pode fazer um teste com seus coetâneos. Pergunte a seu colega de universidade ou de trabalho se ouviu falar do homem. Na maioria das vezes, a resposta será negativa.

Mas os cambojanos não esqueceram o Khmer Vermelho. De cada quatro habitantes do país, um foi eliminado pelo revolucionário formado em Paris. São mortos demais para serem esquecidos em tão pouco tempo. Norodom Sihanouk, pressionado pela ONU, anuncia para este ano o julgamento dos dirigentes remanescentes da guerrilha. Será um julgamento sofrido e difícil, senão inviável. Para começar, o atual primeiro-ministro, Hun Sen, é ex-membro do Khmer Vermelho. E muitos dos assassinos sobreviventes eram crianças quando foram obrigados a matar colegas, professores, parentes e inclusive os próprios pais.

Sempre é bom saber que os comunistas começam a ser julgados. Na América Latina, não falta quem ponha as barbas de molho. Mas, pelo menos por enquanto, Castro continua protegido por uma imprensa cúmplice, que ainda o trata como presidente. A luta pela memória é a eterna luta do homem contra o poder, escreveu Milan Kundera. Não esqueçamos Pol Pot.

Fonte: http://www.baguete.com.br/colunasDetalhes.php?id=491

SÓ OS MILITARES PODERÃO SALVAR A NAÇÃO

janeiro 12, 2010 por ultradireita

Resposta do General Torres de Melo ao artigo da jornalista.

À Senhora Jornalista Miriam Leitão.

Li o seu artigo “ENQUANTO ISSO”, com todo cuidado possível.

Senti, em suas linhas, que a senhora procura mostrar que os MILITARES BRASILEIROS de HOJE são bem diferentes dos MILITARES BRASILEIROS de ONTEM.

Penso que esse é o ponto central de sua tese. Para criar credibilidade nas suas afirmativas, a senhora escreveu: “houve um tempo em que a interpretação dos militares brasileiros sobre LEI E ORDEM era rasgar as leis e ferir a ordem. Hoje em dia, eles demonstram com convicção terem aprendido o que não podem fazer”. Permita-me discordar dessa afirmativa de vez que vejo nela uma injustiça, pois fiz parte dos MILITARES DE ONTEM e nunca vi os meus camaradas militares rasgarem leis e ferir a ordem. Nem ontem nem hoje. Vou demonstrar a minha tese.

No Império, as LEIS E A ORDEM foram rasgadas no Pará, Ceará, Minas, Rio, São Paulo e Rio Grande do Sul pelas paixões políticas da época. AS LEIS E A ORDEM foram restabelecidas pelo Grande Pacificador do Império, um Militar de Ontem, o Duque de Caxias, que com sua ação manteve a Unidade Nacional.

Não rasgamos as leis nem ferimos a ordem. Pelo contrário. Vem a queda do Império e a República. Pelo que sei, e a História registra, foram políticos que acabaram envolvendo os velhos Marechais Deodoro e Floriano nas lides políticas. A política dos governadores criando as oligarquias regionais, não foi obra dos Militares de Ontem, quando as leis e a ordem foram rasgadas e feridas pelos donos do Poder, razão maior das revoltas dos tenentes da década de 20, que sonhavam com um Brasil mais democrático e justo. Os Militares de Ontem ficaram ao lado da lei e da Ordem. Lembro à nobre jornalista que foram os civis políticos que fizeram a revolução de 30, apoiados, contudo, pelos tenentes revolucionários, menos Prestes, que abraçou o comunismo russo.

Veio a época getuliana, que, aos poucos, foi afastando os tenentes das decisões políticas. A revolução Paulista não foi feita pelos Militares de Ontem e sim pelos políticos paulistas que não aceitavam a ditadura de Vargas. Não foram os Militares de Ontem que fizeram a revolução de 35 (senão alguns, levados por civis a se converterem para a ideologia vermelha, mas logo combatidos e derrotados pelos verdadeiros Militares de Ontem); nem fizeram a revolta de 38; nem deram o golpe de 37. Penso que a senhora, dentro de seu espírito de justiça, há de concordar comigo que foram as velhas raposas GETÚLIO – CHICO CAMPOS – OSWALDO ARANHA e os chefetes que estavam nos governos dos Estados, que aceitaram o golpe de 37. Não coloque a culpa nos militares de Ontem.

Veio a segunda guerra mundial. O Nazismo e o Fascismo tentam dominar o mundo. Assistimos ao primeiro choque da hipocrisia da esquerda. A senhora deve ter lido – pois àquela época não seria nascida sobre o acordo da Alemanha e a URSS para dividirem a pobre Polônia e os sindicatos comunistas do mundo ocidental fazendo greves contra os seus próprios países a favor da Alemanha por imposição da URSS e a mudança de posição quando a “Santa URSS” foi invadida por Hitler. O Brasil ficou em cima do muro até que nossos navios (35) foram afundados. Era a guerra, a FEB e seu término.

Getúlio – o ditador – caiu e vieram as eleições. As Forças Armadas foram chamadas a intervir para evitar o pior. Foram os políticos que pressionaram os Militares de Ontem para manter a ordem. Não rasgamos as leis nem ferimos a ordem. Chamou-se o Presidente do Supremo Tribunal Federal para, como Presidente, governar a transição. Não se impôs MILITAR algum. O mundo dividiu-se em dois. O lado democrático, chamado pelos comunistas de imperialistas, e o lado comunista com as suas ditaduras cruéis e seus célebres julgamentos “democráticos”. Prefiro o primeiro e tenho certeza de que a senhora, também. No lado ocidental não se tinham os GULAGs, período Dutra (ESCOLHIDO PELOS CIVIS E ELEITO PELO VOTO DIRETO DO POVO) teve seus erros – NUNCA CONTRA A LEI E A ORDEM – e virtudes como toda obra humana. A colocação do Partido Comunista na ilegalidade foi uma obra do Congresso Nacional por inabilidade do próprio Carlos Prestes, que declarou ficar ao lado da URSS e não do Brasil em caso de guerra entre os dois países. Dutra vivia com o “livrinho” (a Constituição) na mão, pois os políticos, nas suas ambições, queriam intervenções em alguns Estados, inclusive em São Paulo. A senhora deve ter lido isso, pois há vasta literatura sobre a História daqueles idos.

Novo período de Getúlio Vargas. Ele já não tinha mais o vigor dos anos trinta. Quem leu CHATÔ, SAMUEL WAINER (a senhora leu?) sente que os falsos amigos de Getúlio o levaram à desgraça. Os Militares de Ontem não se envolveram no caso, senão para investigar os crimes que vinham sendo cometidos sem apuração pela Polícia; nem rasgaram leis nem feriram a ordem.

Eram os políticos que se digladiavam e procuravam nos colocar como fiéis da balança. O seu suicídio foi uma tragédia nacional, mas não foram os Militares de Ontem os responsáveis pela grande desgraça.

A senhora permita-me ir resumindo para não ficar longo. Veio Juscelino e as Forças Armadas garantiram a posse, mesmo com pequenas divergências. Eram os políticos que queriam rasgar as leis e ferir a ordem e não os Militares de Ontem. Nessa época, há o segundo grande choque da esquerda. No XX Congresso do Partido Comunista da URSS (1956) Kruchov coloca a nu a desgraça do stalinismo na URSS. Os intelectuais esquerdistas ficam sem rumo.

Juscelino chega ao fim e seu candidato perde para o senhor Jânio Quadros. Esperança da vassoura. Desastre total. Não foram os Militares de Ontem que rasgaram a lei e feriram a ordem. Quem declarou vago o cargo de Presidente foi o Congresso Nacional. A Nação ficou ao Deus dará Ameaça de guerra civil e os políticos tocando fogo no País e as Forças Armadas divididas pelas paixões políticas, disseminadas pelas “vivandeiras dos quartéis” como muito bem alcunhou Castello.

Parlamentarismo, volta ao presidencialismo, aumento das paixões políticas, Prestes indo até Moscou afirmando que já estavam no governo, faltando-lhes apenas o Poder. Os militares calados e o chefe do Estado Maior do Exército (Castello) recomendando que a cadeia de comando deveria ser mantida de qualquer maneira. A indisciplina chegando e incentivada dentro dos Quartéis, não pelos Militares de Ontem e sim pelos políticos de esquerda; e as vivandeiras tentando colocar o Exército na luta política.

Revoltas de Polícias Militares, revolta de sargentos em Brasília, indisciplina na Marinha, comícios da Central e do Automóvel Clube representavam a desordem e o caos contra a LEI e a ORDEM. Lacerda, Ademar de Barros, Magalhães Pinto e outros governadores e políticos (todos civis) incentivavam o povo à revolta. As marchas com Deus, pela Família e pela Liberdade (promovidas por mulheres) representavam a angústia do País. Todo esse clima não foi produzido pelos MILITARES DE ONTEM. Eles, contudo, sempre à escuta dos apelos do povo, pois ELES são o povo em armas, para garantir as Leis e a Ordem. Minas desce. Liderança primeira de civil; era Magalhães Pinto. Era a contra-revolução que se impunha para evitar que o Brasil soçobrasse ao comunismo. O governador Miguel Arraes declarava em Recife, nas vésperas de 31 de março: haverá golpe. Não sabemos se deles ou nosso.

Não vamos ser hipócritas. A senhora, inteligente como é, deve ter lido muitos livros que reportam a luta política daquela época (exemplos: A Revolução Impossível de Luis Mir – Combates nas Trevas de Jacob Gorender – Camaradas de William Waack – etc) sabe que a esquerda desejava implantar uma ditadura de esquerda. Quem afirma é Jacob Gorender. Diz ele no seu livro: “a luta armada começou a ser tentada pela esquerda em 1965 e desfechada em definitiva a partir de 1968″. Não há, em nenhuma parte do mundo, luta armada em que se vão plantar rosas e é por essa razão que GORENDER afirma: “se quiser compreendê-la na perspectiva da sua história, A ESQUERDA deve assumir a violência que praticou”. Violência gera violência.

Castello, Costa e Silva, Médici, Geisel e João Figueiredo com seus erros e virtudes desenvolveram o País. Não vamos perder tempo com isso. A senhora é uma economista e sabe bem disso. Veio a ANISTIA. João Figueiredo dando murro na mesa e clamando que era para todos; e Ulisses não desejando que Brizolla, Arraes e outros pudessem tomar parte no novo processo eleitoral, para não lhe disputarem as chances de Poder. João bateu o pé e todos tiveram direito, pois “lugar de Brasileiro é no Brasil”, como dizia. Não esquecer o terceiro choque sofrido pela a esquerda: Queda do Muro de Berlim, que até hoje a nossa esquerda não sabe desse fato histórico.

Diretas já. Sarney, Collor com seu desastre, Itamar, FHC, LULA e chegamos aos dias atuais. Os Militares de Hoje, silentes, que não são responsáveis pelas desgraças que vivemos agora, mas sempre aguardando a voz do Povo. Não houve no passado, nem há, nos dias de hoje, nenhum militar metido em roubo, compra de voto, CPI, dólar em cueca, mensalões ou mensalinhos. Não há nenhum Delúbio, Zé Dirceu, José Genoíno, e que tais. O que já se ouve, o que se escuta é o povo dizendo: SÓ OS MILITARES PODERÃO SALVAR A NAÇÃO. Pois àquela época da “ditadura” era que se era feliz e não se sabia… Mas os Militares de Hoje, como os de Ontem, não querem ditadura, pois são formados democratas. E irão garantir a Lei e a Ordem, sempre que preciso. Os militares não irão às ruas sem o povo ao seu lado. OS MILITARES DE HOJE SÃO OS MESMOS QUE OS MILITARES DE ONTEM. A nossa desgraça é que políticos de hoje (olhe os PICARETAS do Lula!) – as exceções justificando a regra – são ainda piores do que os de ontem. São sem ética e sem moral, mas também despudorados. E o Brasil sofrendo, não por conta dos MILITARES, mas de ALGUNS POLÍTICOS – uma corja de canalhas e ladrões que rasgam as leis e criam as desordens.

Como sei que a senhora é uma democrata, espero que publique esta carta no local onde a senhora escreve os seus artigos, que os leio atenta e religiosamente, como se fossem uma Bíblia. Perfeitos no campo econômico, mas não muitos católicos ou evangélicos no campo político por uma razão muito simples: quando parece que a senhora tem o vírus de uma reacionária de esquerda.

Atenciosa e respeitosamente,

GENERAL DE DIVISÃO REFORMADO DO EXÉRCITO

FRANCISCO BATISTA TORRES DE MELO.

(Um militar de ontem, que respeita os militares de hoje, que pugnam pela Lei e a Ordem)

FATOS HISTÓRICOS

janeiro 10, 2010 por ultradireita

FATOS HISTÓRICOS:

“Os países comunistas tiveram maior êxito no cultivo de arquipélagos de campos de concentração do que nos do trigo; eles produziram mais cadáveres do que bens de consumo.”

“A grande fome de 1932-1933 – que representou, segundo fontes hoje incontestáveis, mais de seis milhões de vítimas! – fez parte, durante muito tempo, das “lacunas” do regime soviético onde ocorriam canibalismos e comércio de patê de fígado humano nas áreas mais miseráveis.”

“Podemos estabelecer os números de um primeiro balanço que pretende ser somente uma aproximação mínima e que necessitaria ainda de uma maior precisão, mas que, de acordo com estimativas pessoais, dá uma dimensão da grandeza e permite sentir a gravidade do assunto:

- URSS, 20 milhões de mortos,
- China, 65 milhões de mortos,
- Vietnã, 1 milhão de mortos,
- Coréia do Norte, 2 milhões de mortos,
- Camboja, 2 milhões de mortos,
- Leste Europeu, 1 milhão de mortos,
- América Latina, 150.000 mortos,
- África, 1,7 milhão de mortos,
- Afeganistão, 1,5 milhão de mortos,
- Movimento comunista internacional e partidos comunistas fora do poder, uma dezena de milhões de mortos.

O total se aproxima da faixa dos Cem Milhões de Mortos.”

Livro Negro do Comunismo: Crimes, Terror e Repressão.

FORO DE SÃO PAULO

dezembro 12, 2009 por ultradireita

Foro de São Paulo (FSP) é o nome genérico de um encontro bianual de partidos políticos e organizações sociais de esquerda e nacionalista, da América Latina e do Caribe. Tal encontro realizou-se pela primeira vez na cidade de São Paulo, Brasil – de onde tomou seu nome – em 1990, e que volta a se reunir a cada dois anos em locais distintos.
Participam da organização partidos políticos com atuação em processos eleitorais regulares, como o Partido dos Trabalhadores e o Partido Comunista do Brasil, organizações não-governamentais (ONGs), e grupos armados esquerdistas, como as FARC e o MIR (Movimento de Esquerda Revolucionária)

WIKIPEDIA
http://pt.wikipedia.org/wiki/Foro_de_São_Paulo

Desabafo

novembro 27, 2009 por ultradireita

Basta! Cansei da ignorância comunista, que só pode resultar de falta de estudo ou falta de cérebro. Deus os perdoe, eles não sabem o que dizem. Todos consistem de adoradores de uma ideologia assassina com mais de 100 milhões de vitimas no currículo, cegamente bitolados numa idéia historicamente falida e mentirosa… Acorda movimento esquerdista! Os seus ídolos são uma ilusão, Che Guevara, assim como seus capachos, era um assassino, fuzilava qualquer um e por qualquer motivo, e ele foi o principal motivador do terrorismo moderno, um sociopata, o que não falta são declarações dele mesmo falando do ódio que pregava e depoimentos daqueles que conviveram com ele e viram bem de perto do que era capaz de fazer com a população de cuba; nada menos do que um admirador confesso de Stálin,.. Efetivamente, este argentino sanguinário poderia ser chamado de Stálin ii, como na verdade ele ás vezes assinava. Uma mera copia de um dos maiores monstros que já pisaram na terra!

Que ídolo, que exemplo! Coitada da nação russa que sofreu durante anos na mão desse genocida, aquele que deixou 3 milhões de ucranianos morrerem de fome, na antiga união soviética, num sistema político onde o estado matava você, assim como qualquer outro oponente potencial curiosamente, o monstro assassino sucedeu Lênin, o burguês que pregava o fim da burguesia e a ditadura do proletariado, mas que realmente foi um homem muito inteligente, que conseguiu fazer tudo que quis e de sua maneira idealista, e no final de sua vida, assim que reconheceu que a economia comunista não funcionava, deixou sua versão de marxismo de lado, e implementou o N.E.P. (New Economic Policy), abrindo o mercado na Rússia. Devido ao sucesso de suas medidas a crise começou a diminuir. Em outras palavras, abriu o país para a burguesia internacional e capital externo, sem deixar de governar com mão de ferro, assim demonstrando que também tinha sangue em suas mãos.

Precisamente neste momento veio Stálin, arduamente encorajando a luta das classes de forma como pregava Marx (um racista, o qual dizia que as outras etnias, de acordo com sua visão, eram fracas, e deveriam ser exterminadas, assim tornando-se um incentivador do genocídio e da morte). Por conseguinte, fora responsável pela construção de castas (assim contradizendo a teoria de igualdade), onde não se poderia subir de uma a outra, mas de forma que se poderia descer, se o partido/governo/estado considerasse necessário, assim, virando um escravo… Caso contrario, a vitima política seria sentenciada a morte.

Justiça? Tal noção não existe no mundo comunista. Liberdade? só para os membros mais altos do partido e do governo (politburo e comitê central). Religião? Marx dizia que a religião é ópio do povo. Atualmente, por exemplo, na coréia do norte, quem acredita em deus é executado, pois a religião no mundo comunista é o partido comunista e seu governo, enquanto que deus é o líder que eles escolherem. De acordo com tal filosofia hipócrita a igualdade que eles adoram vale apenas para encher a boca, pois existe apenas a igualdade do pensamento, ja que todos devem se unir ao partido comunista e idolatrar o líder… Todos com trajes fornecidos ou aprovados pelo governo, não teriam o direito de escolha (exemplo claro foi na china de mao), com o mesmo comportamento, todos iguais, sem personalidade, sem capacidade de criticar, e todos aqueles que eram contra seus princípios eram chamados de fascistas e morriam de forma igual: fuzilados, não importa quem fossem. Mesmo um os próprios revolucionários, caso discordassem de algo, se pensassem diferentemente, ate mesmo membros de suas próprias famílias, (com tal esquema monstruoso, o fim da família é um dos objetivos dos socialistas).

Será que é isso mesmo que você quer para o Brasil?

Estude, leia, e procure saber a verdade! Quem são aqueles, os quais os intelectuais e artistas adoram elogiar? Olga, Prestes, Fidel, Batistti, Lênin, Guevara, Mao, Pol Pot, entre outros? Convenhamos estimado camarada, são todos farinha do mesmo saco, todos assassinaram e mataram muita gente em nome da revolução! Lembre-se que as pessoas que morreram eram que nem eu, você, seu pai, sua mãe, seus avós… Todos tinham família, uma vida! Vidas que foram destruídas pelos sonhos nefastos de meia-dúzia de pessoas que diziam agir em nome do povo; aqueles que os idolatravam e admiravam tem o sangue de vitimas inocentes que sacrificam, pelo comunismo, em suas mãos. Como alguém consegue dormir bem enquanto e ao mesmo tempo apóiam essas atrocidades que aconteceram no século xx e ainda acontecem em alguns países primitivos em pleno século xxi? Só pode ser falta de informação, de cultura geral e de humanidade, pois quem tem cérebro não pode ser comunista.

A Verdade Sufocada

novembro 20, 2009 por ultradireita

MST – Movimento Social Terrorista

novembro 18, 2009 por ultradireita

Fatos do Brasil Império – O Exemplo que vem de cima

novembro 16, 2009 por ultradireita

Mais alguns sites

novembro 10, 2009 por ultradireita